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http://noticias.terra.com.br/mundo/ultimasnoticias/0,,EI17839,00.html
domingo, 25 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
11 de Setembro - 10 anos
Reveja a história dos ataques do 11 de Setembro.
Siga o link!
http://g1.globo.com/11-de-setembro/noticia/2011/08/entenda-como-ocorreram-os-atentados-de-11-de-setembro-de-2001.html
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http://g1.globo.com/11-de-setembro/noticia/2011/08/entenda-como-ocorreram-os-atentados-de-11-de-setembro-de-2001.html
terça-feira, 6 de setembro de 2011
História Urgente - Acompanhe o Link
O historiador aborda o governo de dom Pedro II e os conflitos do Segundo Império
http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/revistas_link.cfm?Edicao_Id=347&Artigo_ID=5346&IDCategoria=6122&reftype=2
http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/revistas_link.cfm?Edicao_Id=347&Artigo_ID=5346&IDCategoria=6122&reftype=2
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Atualidades - Japão
Veja aí, a repercussão do acidente nuclear de Fukushima no Japão
http://webinsider.uol.com.br/2011/07/29/acidente-nuclear-em-fukushima-e-divisor-de-aguas/
http://webinsider.uol.com.br/2011/07/29/acidente-nuclear-em-fukushima-e-divisor-de-aguas/
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Postagem exclusiva para 8a. A (História)
A pergunta do Giannotti
Edmilson Lopes Júnior
De Natal (RN)
Na última semana, um encontro
promovido pelo Instituto Fernando Henrique reuniu antigos dirigentes da área
econômica e intelectuais tucanos para diagnosticar os principais problemas
econômicos do país e, se possível, apontar propostas substantivas para uma
alternativa ao que vem sendo feito desde que o Lula tomou posse em 2003. O
título do evento não poderia ser mais pomposo: "Transição incompleta e
dilemas da (macro) economia brasileira".
Os "pais do Real", hoje
aboletados nas direções de bancos e fundos de gestão, não trouxeram a esperada
luz que iluminaria o escuro caminho da oposição. Com a notável exceção de
Pérsio Arida, que apontou a necessidade de uma revisão das regras de gestão e
de aplicação dos recursos dos fundos dos trabalhadores (FGTS e FAT), os demais
pisaram sobre terreno por demais batido. Queriam mais do mesmo: redução dos
gastos públicos. Houve até quem propusesse que abandonássemos a perseguição do
modelo de estado de bem-estar (welfare state) europeu.
Nós, que jamais tivemos
welfare-state de verdade, deveríamos abandonar a ilusão de realizá-lo. Essa
proposição, em um encontro de intelectuais de um partido que carrega no nome o
peso da definição socialdemocrata, é, por si só, reveladora. Se a democracia
social europeia não deve nos orientar como modelo, para qual direção devemos
mirar? Para a China, onde o milagre do crescimento econômico se faz à custa de
uma força de trabalho submetida a regimes de trabalho semiescravo? Ou, quem
sabe, para os EUA, onde, trinta anos de enxugamento dos gastos sociais e de
acentuada concentração de rendas não livraram o país de uma crise que ameaça
arrastar o resto do mundo?
O melhor relato do encontro
tucano foi feito pela jornalista Maria Cristina Fernandes, colunista de
política do jornal Valor Econômico. Segundo ela, após Pedro Malan
ter afirmado, certamente com a candura e objetividade de sempre, que "os
que tinham a Europa como modelo vão precisar rever os seus conceitos", o
filósofo José Arthur Giannotti não conseguiu se conter e, dirigindo-se ao
conjunto dos economistas, indagou: "Desde o último artigo que li de
Gustavo Franco tive a impressão de que vocês descreem da impossibilidade de se
prover o welfare state. Mas o que pretendem fazer com essa gente?".
Ao que parece, os emplumados
economistas preferiram dar de ombros diante da pergunta do filósofo. Giannotti,
como bom filósofo, resumiu em sua pergunta o dilema que devora parte do campo
político brasileiro. Ora, se a oposição não sabe o que pretende fazer com
"essa gente", por que diabos "essa gente" vai querer algo
com essa oposição?
O que resta para essa oposição,
já que não dá para nenhum político, em pleno domínio de suas faculdades
mentais, sair por aí repicando as receitas de Pedro Malan e Gustavo Franco, é
procurar casos de corrupção no Governo para denunciar. O moralismo, ao
contrário do que muitos pensam, não é uma opção. É o que resta como discurso
para uma oposição que, após oito anos, ainda não descobriu o que "fazer
com essa gente".
Edmilson Lopes Júnior é professor de sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do
Norte (UFRN).
Guia da Reforma Ortográfica
Galera da dissertação, segue link da Reforma Ortográfica
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B3y2_KNIo-GiNTZlN2MzYTctYjU3NC00ZTkxLWI3MDctMGY4YTY0N2Y3ZmM0&hl=en_US
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B3y2_KNIo-GiNTZlN2MzYTctYjU3NC00ZTkxLWI3MDctMGY4YTY0N2Y3ZmM0&hl=en_US
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Bem-Vindos ao Segundo Semestre 2011
Agora os alunos das 6as Séries /7os Anos e também os das 7as Séries terão acesso ao Blog da Geografia, com textos, imagens, vídeos, exercícios e links importantes para a complementar os seus estudos.
Sejam bem-vindos e aproveitem bem esse recurso.
Prof. Claudinho
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Vale a pena ver e conhecer!
Dica cultural para o recesso!
Exposição de Vik Muniz
"Relicário e Verso"
No Espaço ECCO - Espaço Cultural ContemporâneoSCN Quadra 3 Lote 5 (ao lado da concessionária Jorlan)
Crítica - Excelente!
Veja o que diz a reportagem.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Cef 04 no Primeiro Simulado 2011
Veja a reportagem do Simulado 18/06/2011
Deixe seu comentário sobre o Simulado e o que devemos melhorar!
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Carta dos Direitos Humanos - 8a A
Será de grande importância sua opinião sobre os Direitos Humanos.
Siga o link para o seu trabalho!
https://docs.google.com/document/d/1xRVk4Qv6u-o_sWV2bKCgnPoqAmJqGhZpvT1EFmYYGGg/edit?hl=en_US#
Siga o link para o seu trabalho!
https://docs.google.com/document/d/1xRVk4Qv6u-o_sWV2bKCgnPoqAmJqGhZpvT1EFmYYGGg/edit?hl=en_US#
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Esquerda ou Direita?
É bastante comum vermos as expressões Direita e Esquerda sendo usadas para designar grupos antagônicos em um jogo político. Mas o que vem a ser, de fato, cada um desses termos? Tudo começou na França do final do século XVIII. Seu sistema político era composto por três grupos, os chamados Estados Gerais: o clero, a nobreza e o terceiro estado, formado pelo “resto” da população (banqueiros, comerciantes, médicos, artesãos, etc.). O terceiro estado era o único que tinha a obrigação de pagar os impostos, além de terem inúmeras limitações, como o fato de não poderem ocupar cargos públicos, por exemplo. Foi assim, em razão da adoção de um modelo político injusto e dos privilégios dados a uma pequena parte da população, que se iniciou a Revolução Francesa.
O que originou os termos Direita e Esquerda foi o fato dos membros do terceiro estado sentarem à esquerda do rei enquanto os do clero e da nobreza sentavam à direita. Foi assim que se originaram os conceitos: Direita é um grupo conservador e Esquerda é um de oposição.
De uma forma generalizada e superficial, os conservadores dão ênfase ao liberalismo econômico e na eficiência da economia, enquanto os esquerdistas possuem seu foco nos valores da igualdade e da solidariedade. O fato de ser da Direita ou da Esquerda é algo relativo e não permanente, uma vez que um partido, por exemplo, pode estar de um lado em um momento e de outro em outra instância, agindo conforme um jogo de interesses. Por isso, muitos consideram estas definições simplificadoras e enganosas, uma vez que os valores de cada grupo podem se tornar bastante contraditórios.
O que originou os termos Direita e Esquerda foi o fato dos membros do terceiro estado sentarem à esquerda do rei enquanto os do clero e da nobreza sentavam à direita. Foi assim que se originaram os conceitos: Direita é um grupo conservador e Esquerda é um de oposição.
De uma forma generalizada e superficial, os conservadores dão ênfase ao liberalismo econômico e na eficiência da economia, enquanto os esquerdistas possuem seu foco nos valores da igualdade e da solidariedade. O fato de ser da Direita ou da Esquerda é algo relativo e não permanente, uma vez que um partido, por exemplo, pode estar de um lado em um momento e de outro em outra instância, agindo conforme um jogo de interesses. Por isso, muitos consideram estas definições simplificadoras e enganosas, uma vez que os valores de cada grupo podem se tornar bastante contraditórios.
adaptado do site: http://www.mundoeducacao.com.br/politica/direita-esquerda.htm
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