quinta-feira, 21 de abril de 2011

Brasília - 51 anos

Parabéns pelos seus 51 anos!




Vamos fazer a melhor educação do Brasil, vamos mostrar que somos capazes!
Deixe aqui o seu depoimento ou pensamento sobre Brasília. 
Mostre sua visão e o seu amor pela capital, que muitos tentam manchar!

domingo, 17 de abril de 2011

Dicas de estudos de especialistas em educação

Atenção: é preciso ter bom senso sobre a melhor forma de estudar. Você, com certeza, deverá se adaptar a mais eficiente delas para alcançar seus objetivos.

Prof. Claudinho
 Leia! 

É comum vermos os jovens estudantes tentando fugir de estudar em casa, mas é importante que eles tenham em mente a importância do estudo diário e não só na véspera da prova. O estudo em casa deve ser uma tarefa contínua, porque o conteúdo programático dessa fase da educação é muito extenso e por muitas vezes podem existir dificuldades de aprendizado ou de fixação e memorização. 

Para combater este mal, tantas vezes corriqueiro no dia-a-dia dos adolescentes, é preciso que eles façam a experiência de estudar diariamente por, pelo menos, um mês e verificar se o “sacrifício” compensa ou não. Com empenho vai ser fácil perceber o quanto estudar será fácil, as aulas se tornarão mais interessantes e as provas serão feitas como se fossem exercícios da tarefa de casa. 



Como começar 


Primeiramente, coloque como meta o ato de não estudar só na véspera da prova e jamais utilizar o período da madrugada para estudar. Além de não haver concentração suficiente nesta hora, o aluno fica com sono e não presta atenção na aula do dia seguinte. O ideal é criar um programa de estudos que acompanhe as suas aulas no colégio. Por exemplo, se durante a manhã você tem aula de Português, História, Geografia e Ciências então reserve quatro horas do seu dia para revisar o conteúdo dado em sala de aula e resolver exercícios (a única forma de se treinar as disciplinas exatas é resolvendo exercícios). 


Mas, atenção! Quatro horas é um tempo suficiente para se dedicar ao estudo em casa (sem contar o tempo que fica na escola), mas se você precisar ficar um pouco mais de tempo para estudar para uma prova, por exemplo, não se esqueça de jamais ultrapassar cinco horas, sob pena de o seu esforço ser em vão. Afinal, o seu cérebro também precisa descansar e depois de certo tempo entra em sobrecarga e o conteúdo literalmente “se esparrama” da sua cabeça, não fica nada. Portanto, sem exageros! 


O estudo diário ajuda a prevenir os desesperos de véspera de prova, já que estudando só no último dia você vai adquirir dúvidas que não poderão ser sanadas pelo professor. Mas, se você está com o conteúdo em dia e resolver dar uma revisada um pouco antes da prova, cuidado! As informações lidas por você nesse período poderão criar falsas associações e destruir o trabalho de um mês inteiro! Nesse tempo o melhor é relaxar, manter uma respiração calma e esvaziar a mente para que o conteúdo pedido nas questões flua naturalmente. 


E lembre-se que além de estudar é preciso reservar um tempo para o lazer e para praticar exercícios, que ajuda a eliminar a tensão do cotidiano e prepara o corpo para aguentar mais uma maratona de estudo.

Por Marla Rodrigues

Equipe Brasil Escola

Segue conteúdo de prova na postagem anterior!

Conteúdo de Prova

Unidade 1

·    Conceitos-chaves da Geografia:
 Estado, Território, Estado–Nação, País e Povo;
Exemplos de povos sem reconhecimento internacional;
·    As grandes guerras e a Guerra Fria;
·    O imperialismo europeu – motivos e conseqüências;
·    A Primeira Guerra Mundial;
·    O Tratado de Versalhes
·    O expansionismo territorial alemão;
·    A Segunda Guerra Mundial;
·    A Guerra Fria – início e conseqüência;
·    A bipolaridade mundial;
·    Corrida armamentista e espacial;
·    OTAN, Pacto de Varsóvia, Plano Marshall e COMECON;
·    As duas ideologias – Capitalismo e Socialismo;
·    O Muro de Berlim – construção e derrubada;
·    Mikhail Gorbatchev – suas ações que provocaram o fim da URSS;

Unidade 2

·    Globalização e o seu significado;
·    As organizações mundiais;
·    Globalização e seus efeitos;
·    Os fluxos globais;
·    Globalização e o desemprego;
·    O papel das transnacionais;
·    A cultura do consumo;
·    Globalização e o meio ambiente;
·    A questão da água;
·    As queimadas;
·    Modelo econômico versus meio ambiente etc.

Mais!

Anotações no caderno;
Exercícios livro-texto;
Ficha de revisão;
Postagens do Blog;
Explicações em sala.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Palestinos

Adaptado para estudos.




No fim da Primeira Guerra, franceses e britânicos obtiveram apoio dos povos árabes contra os turco-otomanos. Entretanto, Reino Unido  e França já haviam acertado a partilha dessa região em um acordo secreto – o acordo Sykes-Pikot, pelo qual Síria e Líbano foram ocupados pelos franceses; Palestina, Iraque e Transjordânia (atual Jordânia), pelos ingleses.
Somente no período entre as guerras mundiais e após a Segunda Guerra se consolidou o processo de independência, e as fronteiras entre os países foram sendo delimitadas.
Esse processo, no entanto, não significou o fim dos conflitos. Pelo contrário, após a Segunda Guerra Mundial, eles continuaram a ocorrer em virtude principalmente da formação do Estado de Israel, dos fortes interesses das grandes potências pela região e das disputas internas pelo poder, que contribuíram para a deposição de governantes e alterações em regimes de governo.

domingo, 10 de abril de 2011

Tibete

Adaptado para estudos
Tibete

Em outubro de 1950, a Tibete foi ocupado par militares chineses, sob a pretexto de “libertar o país do imperialismo inglês". De lá para cá, mais de 1 milhão de tibetanos pereceram sob as armas chinesas e centenas de monastérios foram destruídos. Hoje, todos os 1,3 bilhão de chineses estão convencidos de que o Tibete sempre fez parte da Pátria Mãe. Para os tibetanos, sua nação possui uma história, um idioma e uma cultura próprios – é um país independente. Não deveria fazer parte da China. Entretanto, a possibilidade de um Tibete livre parece estar cada vez mais longe. [...] Nas últimas duas décadas, o domínio chinês tornou-se mais sutil: o controle alastra-se por causa da imposição de sua cultura e de uma grande transmigração. Segundo o Centro de Informação China-Tibete, 87%  dos 400 mil habitantes da província de Lhasa são de origem tibetana. [...]
Os chineses não devolverão facilmente esse tesouro a seus donos. É uma terra fértil, e o subsolo contém fortunas: cobre, zinco e ate urânio. As reservas de minério de ferro podem suprir até 20% da necessidade da China. Hoje, o que a China oferece – é o maior mercado consumidor potencial e o produtor mais barato de bens de consumo – é vital para o capitalismo do século XXI. Ainda que não exista liberdade de expressão na China e no Tibete e que os direitos humanos sejam violados constantemente, o mundo parece se calar.

Revista Época. São Paulo: Globo, n. 504, 11 jan. 2008.


Obs.: No Tibete existe um líder espiritual, o Dalai Lama, que também é considerado um chefe de estado.



Leia mais no link!






Maiores dúvidas sobre a localização e história do Tibete, acesse o link abaixo.